quarta-feira, 23 de setembro de 2015

O 66° SALÃO DE FRANKFURT




O maior evento automobilístico do ano tem como tema : “Mobilidade Conecta” (Mobility connects / Mobilität Verbindet ) e é uma fascinante visão da mobilidade do futuro, de acordo com Matthias Wissmann, presidente da associação da indústria automotiva da Alemanha. São mais de 1000 expositores , 1103 para ser mais exato.
Os carros inteligentes e conectados que se comunicam com o seu entorno e com outros usuários da estrada são claramente o futuro. Podem estacionar sozinhos e advertir o motorista de obstáculos em tempo real, evitando acidentes. Nos próximos anos espera-se que dirigir um carro conectado venha se tornar mais seguro e confortável. A conectividade faz ainda uma contribuição importante para a proteção do meio ambiente e do clima pois no futuro espera-se que com esta tecnologia possamos evitar congestionamentos, encontrar vagas para estacionar com maior facilidade reduzindo drasticamente os tempos de viagem.
Estas ideias parecem muito distantes ? Nem tanto.
O Salão de Frankfurt mostra que automóveis e smartphones estão se fundindo em uma única unidade e o carro conectado está se tornando uma plataforma de comunicação móvel.
Hoje, um quarto de todos os carros novos no mundo, já contam com uma ligação à Internet, e dois anos a partir de agora 80 por cento dos carros novos no mundo estarão de alguma forma conectados.
A mobilidade elétrica é outra tecnologia presente em grande escala neste salão. Muitos fabricantes já têm modelos elétricos em diferentes formatos a venda, ou estão lançando novos veículos no mercado. Tecnologias Hibridas estão presentes com veículos que podem rodar mais de 50 Km com um litro de combustível. Recarregar as baterias parecem não ser mais uma barreira a VW coloca placas solares no teto da Tiguan para alimentar suas baterias. Fornecedores importantes também exibem suas inovações tecnológicas neste campo. Os veículos eléctricos têm grandes vantagens em áreas urbanas, operam com zero emissões e são muito mais baratos de se usar. Ao que tudo indica a longo prazo, devemos, e vamos reduzir a nossa dependência do petróleo. A mobilidade elétrica é um passo importante neste caminho.
Pode-se observar na feira de Frankfurt que num futuro próximo o motor de combustão interna continuará a ter um papel importante. Os motores a combustão tem ainda um considerável potencial de otimização: motores menores, turbo, novas tecnologias de injeção, uso intensivo de matérias leves devem assegurar que os novos veículos sejam mais eficientes em termos de consumo de combustível com baixas emissões. Neste campo há muito que se importar para o nosso mercado, que hoje, trabalha pesadamente e focado na busca de melhor eficiência energética dos veículos por força de lei (Inovar Auto)
Os modernos motores diesel apresentados neste salão podem ser considerados máquinas limpas ( de acordo com Wissmann). Eles não são apenas econômicos, se tratando do consumo, mas tem emissões de poluentes extremamente baixos desmistificando a fama de motores poluidores.

Henrique Pereira

terça-feira, 22 de setembro de 2015

TROCA DE OLEO

Parece muito simples à primeira vista, mas a troca do óleo é muito mais importante do que muitos imaginam. Uma lubrificação ruim pode causar desde danos mais simples - como redução de desempenho e aumento do consumo de combustível, até um "motor fundido", que pode representar altíssimos custos para o proprietário do veiculo.


Deve-se usar aditivo no óleo?
Os fabricantes de óleo, não recomendam o uso de aditivos. Segundo eles, já há um pacote de aditivo balanceado no óleo, por isso, o uso de aditivos extras pode até comprometer a vida útil do motor. Um óleo de boa qualidade é o suficiente para a manutenção do motor.
É preciso trocar o óleo na metade do prazo quando se roda só na cidade?
O tempo para a troca de óleo só deve ser reduzido nos casos de "uso severo", situação que consta em quase todos os manuais de proprietário. Essa definição aplica-se a motoristas que enfrentam grandes engarrafamentos (com velocidade média inferior a 10 km/h), estradas com muita poeira, barro ou lama, ou quando o veículo roda no máximo 5 km por viagem.
Utilizar a marcha lenta por longos períodos também é considerado um fator crítico para a lubrificação, que se torna mais eficiente quanto mais alta for a rotação do motor, ou seja, quando o motorista conseguir desenvolver uma velocidade constante. Na prática, porém, nem sempre as concessionárias exigem que o motorista que roda em condições mais críticas faça a troca de óleo na metade do prazo previsto, quando o veículo ainda está sob garantia.
O filtro precisa ser substituído a cada troca de óleo?
"Trocar óleo e manter o filtro é o mesmo que tomar banho e não trocar de roupa" ! Apesar de cada veículo ter uma especificação, a recomendação geral é a substituição de óleo e filtro juntos, já que o segundo impede a circulação de impurezas no motor. Não trocar o filtro pode comprometer peças que têm um custo elevado se comparadas à economia de economizar no filtro.
O óleo sintético é sempre a melhor opção para o motor?
O custo elevado dos óleos sintéticos (em geral com especificação 0W, 5W e 10W) muitas vezes afasta o usuário, que acaba escolhendo lubrificantes minerais. Os sintéticos, no entanto, são apontados pelos especialistas como uma melhor opção, até mesmo num popular, pois trazem benefícios de longo prazo, como partidas mais rápidas, economia de combustível, preservação do motor de arranque e bateria, redução do desgaste e aumento da vida útil do moto. Um lubrificante sintético pode não valer a pena num popular, por exemplo, afinal o sintético custa até cinco vezes mais que um mineral. A melhor opção é usar a especificação do óleo recomendado pelo fabricante no manual do proprietário. O motor foi validado com essa especificação e terá sua durabilidade garantida.
Deve-se trocar apenas na quilometragem indicada no manual?
Em alguns casos, é necessário estar atento também ao tempo de uso, mesmo que o carro percorra pequenas distâncias. No caso da troca do óleo por tempo e não por quilometragem, normalmente sua contaminação e oxidação já estão elevados. Quanto mais ele se oxida, mais cresce sua viscosidade, aumentando o consumo de combustível, perdendo potência, formando vernizes e aumentando emissões. Em geral, deve-se trocar o óleo após um ano de uso, mesmo que esteja abaixo da quilometragem indicada no manual do proprietário.
Podemos completar o nível com óleo de outra marca?
Não há problema, desde que eles sejam de mesma especificação, mas não vale misturar mineral com sintético. Os lubrificantes de mesma especificação de desempenho e viscosidade devem obrigatoriamente ser compatíveis.
ESPECIFICAÇÃO DE OLEO
A especificação do óleo é definida por dois parâmetros: viscosidade e nível de desempenho API. O primeiro determina a fluidez do lubrificante e é formado por dois números. Num óleo 15W40, por exemplo, o 15 representa a viscosidade na partida a frio e o 40 a fluidez a 100 ºC. Quanto maior, mais viscoso, ou seja, mais espesso ele é. O ideal é que o primeiro número seja o menor possível (para que tenha fluidez quando estiver frio, oferecendo pouca resistência) e o segundo, o mais alto possível (para que seja mais espesso em alta temperatura, protegendo mais o motor). O nível API indica a formulação de aditivos usados. Os mais comuns hoje em dia são os SG, SH, SJ, SL e SM, sendo o primeiro o que oferece o menor poder de limpeza e proteção do motor e o último, o maior poder. Se o motor do seu carro pede um óleo SH, você pode usar um de nível superior, como SJ ou SL, mas um motor para SJ não pode usar um SH.

Henrique Pereira

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

VERIFICAÇÕES E CUIDADOS ANTES DE UMA VIAGEM

Neste Post do FIKADIKA AUTO vou falar um pouco sobre os cuidados que devemos ter com o carro antes de uma viagem. Segue uma lista de itens importantes a serem checados antes de sair, mesmo para quem segue a rotina de manutenção recomendada pela fábrica. Contudo esta revisão não deve ser feita na véspera, já que se houver necessidade de substituição de alguma peça, muitas vezes é impossível fazer isso de um dia para o outro.


PNEUS
O que inclui o estepe! No caso de haver bolhas, substitua imediatamente! O desgaste irregular na banda de rodagem é um indicativo de desalinhamento da suspensão, ou de uso de pressão inadequada. Cheque a pressão de todos os pneus, e lembre de observar a quantidade de passageiros e bagagem que o carro irá carregar, os fabricantes sugerem pressões diferentes para veículos carregados.

RODAS
Procure por amassados! O reparo é simples e pode ser feito por um bom borracheiro. Em rodas de liga, atente a quebras e trincas. Dependendo do caso, sua substituição pode ser necessária.

TRIANGULO MACACO E CHAVES DE RODAS
Confira se os itens estão no carro e faça também uma checagem de funcionamento, principalmente do “macaco” que fica esquecido no porta-malas , e na hora de utilizar esta todo enferrujado.

ALINHAMENTO DE SUSPENSÂO E BALANCEAMENTO DAS RODAS
Com a situação das nossas ruas cheias de buracos, é necessário efetuar estas duas manutenções com certa frequência para evitar vibrações ao volante, no caso de uma roda desbalanceada; ou direção desalinhada (o carro puxa para um dos lados),

BARULHOS NA SUSPENSÂO
Rangidos, batidas secas ou ruídos devem ser averiguados em uma oficina de sua confiança ou autorizada. As condições das nossas ruas podem levar a um desgaste de partes da suspensão! Durante o alinhamento é possível fazer um check up destes itens

FLUIDOS
É muito importante checar o nível e a validade de todos os fluidos e seus respectivos filtros, bem como a presença de vazamentos: líquido de arrefecimento, óleo do motor e transmissão, fluido de freio, direção hidráulica, e nível do combustível do reservatório de partida a frio (carros flex). Se o prazo de troca de filtros e fluidos estiver próximo adiante as trocas . Não esqueça de abastecer o carro com Etanol ou Gasolina !

SISTEMA ELÉTRICO
Confira se as lanternas, faróis e piscas estão funcionando corretamente. Veja nosso post sobre este assunto !

SISTEMA DE LIMPESA DOS VIDROS
Além do funcionamento dos limpadores e desembaçadores, confira o nível do reservatório de limpeza e o estado das palhetas. Veja nosso post sobre este assunto !

OUTROS ITENS
Confira também: Sistema de ignição e injeção, molas e amortecedores, rolamentos de roda, pastilhas de freio, coifas e juntas homocinéticas e a correia dentada do motor, bem como seus respectivos rolamentos. Estes itens podem ser revisados por um mecânico de sua confiança baseado na Km do veiculo. Caso seu carro esteja dentro da garantia sendo mantido na autorizada , provavelmente estes itens estejam ok ! As Kilometragens para manutenção destes itens geralmente estão no manual do veiculo !

DOCUMENTAÇÃO
Os documentos do carro e do condutor devem estar em dia, verifique a validade da sua carta de habilitação e dos documentos do carro !

CINTO DE SEGURANÇA, CADEIRINHA PARA AS CRIANÇAS E BOA VIGEM !
O uso do cinto e das cadeirinhas infantis são Impresindiveis para uma viagem segura !!!! Se for transportar animais , verifique tambem a forma correta de fazer , dispositivos de segurança como redes e cintos de segurança para PETS estão disponíveis nas lojas especializadas . NUNCA carregue seu animalzinho solto dentro do carro pois em caso de acidente ele pode ser lançado para cima dos ocupantes do veiculo ou mesmo para fora do veiculo !!!!

Henrique Pereira

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

CARROS FLEX, VOCÊ AINDA TEM DUVIDAS ?


Após 12 anos do lançamento do primeiro veiculo Flexível no Brasil , ainda existem duvidas a respeito desta tecnologia por parte dos usuários. Achei interessante nesta edição da coluna FIKADIKAAUTO retomar as duvidas mais comuns que ainda pairam a respeito desta tecnologia.


O QUE EXATAMENTE É A TECNOLOGIA FLEXÍVEL OU BI COMBUSTÍVEL ?
É a tecnologia que permite ao consumidor optar pelo abastecimento do seu veiculo com Etanol ou Gasolina ou ainda qualquer mistura entre estes combustíveis. O veiculo reconhece o combustível em uso e regula o motor para funcionar com a mistura escolhida, garantindo a melhor performance e economia de combustível dentro dos limites legais de emissões

COMO FUNCIONA ?
A mistura de combustível e ar que esta sendo queimada no interior do motor passa na forma de gases queimados por um sensor de oxigênio (presente em todos os carros com injeção eletrônica) instalado no escapamento do veiculo. A quantidade de oxigênio restante nos gases de escapamento é diferente se estamos utilizando Etanol ou Gasolina e em função desta característica o sensor de oxigênio envia sinais para o modulo eletrônico de controle do motor, que baseado na quantidade de oxigênio, gera através de um software desenvolvido para veículos Flex parâmetros de regulagem para o motor, gerenciando por exemplo: a quantidade de combustível a ser utilizada e o momento exato para ser gerada a ignição da vela (Ponto do motor) .
O modulo eletrônico, é quem comanda o funcionamento de todo o motor utilizando os vários dados recebidos, como por exemplo: o quanto o motorista esta exigindo do veiculo (Posição do pedal do acelerador), a rotação do motor (Sensor de rotação), a temperatura ambiente e da água do motor (Sensores de temperatura), a altitude que o veiculo se encontra (Sensor de pressão), entre outros dependendo da sofisticação do veiculo (Comandos variáveis , Turbina , etc).
Dependendo do combustível utilizado Etanol ou Gasolina, ou qualquer mistura intermediaria entre eles, o modulo de controle eletrônico baseado nas informações recebidas dos sensores instalados no motor e escapamento modificará os parâmetros para que o veiculo obtenha a melhor performance e consumo com aquele combustível , sempre mantendo o veiculo dentro de limites legais de emissões de poluentes.
No mercado já existem veículos equipados com “sensores de combustível”, que são dispositivos instalados nas linhas de combustível que alimentam o motor efetuando a leitura direta da mistura (Etanol / Gasolina) antes da queima. Veículos equipados com sistemas de injeção de combustível mais sofisticados (Injeção direta) ou com Turbinas, fazem com que o uso deste tipo de sensor seja mandatório. O Custo deste sensor, ainda alto, faz com que ele não esteja presente em 100 % dos veículos Flex.

PODE-SE MISTURAR ETANOL E GASOLINA NO TANQUE ?
Sim, é possível misturar os dois combustíveis no tanque (Etanol e Gasolina) não sendo necessário esperar que um acabe para se abastecer com outro. O sistema foi projetado para trabalhar com qualquer mistura entre esses combustíveis. Se desejar o usuário pode utilizar só um dos dois combustíveis durante toda a vida do veiculo.

PRECISO MANTER O RESERVATORIO DE PARTIDA A FRIO SEMPRE CHEIO DE GASOLINA ?
Se o usuário optar por usar gasolina no tanque principal, não há a necessidade de se manter gasolina no reservatório de partida a frio, pois esta gasolina nunca será utilizada, envelhecendo e entupindo as mangueiras. Caso o usuário opte pelo uso do etanol no tanque principal é recomendado abastecer o reservatório com gasolina, de preferencia aditivada , para efetuar a partida do veiculo em dias frios (< 18°C aproximadamente).
Alguns veículos não requerem abastecimento de gasolina em tanques de partida a frio, pois utilizam de sistemas de aquecimento de combustível (Etanol) ao invés de injeção de gasolina durante a partida em dias frios. Estes sistemas sem duvida são uma vantagem, fruto da tecnologia nacional que desenvolveu sistemas, que não mais dependem dos usuários evitando que estes esqueçam de abastecer um tanque extra com gasolina para ser utilizado em alguns períodos do ano.
Lembramos que se o Etanol contiver em sua mistura um volume acima de 15 % de gasolina, também não será necessário a adição de gasolina em um tanque extra pois essa quantidade de gasolina misturada ao Etanol é suficiente para partir os motores nos dias mais frios do ano.
Sempre é interessante ressaltar que não existe problema algum em se manter o Tanquinho totalmente vazio durante o uso do carro.

É VERDADE QUE OS PRIMEIROS ABASTECIMENTOS DEVEM SER FEITOS SEMPRE COM GASOLINA ?
O primeiro e todos os abastecimentos subsequentes podem ser feitos com qualquer combustível, Etanol ou Gasolina ou ainda qualquer mistura entre esses dois combustíveis em qualquer proporção.

É PRECISO ALTERNAR OS COMBUSTIVEIS A CADA ABASTECIMENTO ?
O veiculo pode ser abastecido a qualquer momento com qualquer quantidade de combustível (Etanol ou Gasolina). Cabe ao usuário esta decisão, que normalmente é feita baseado na economia que cada combustível pode trazer.
Os veículos foram desenvolvidos para utilizar um só dos combustíveis durante toda a vida do veiculo se assim desejar o proprietario. A vantagem de se ter um veiculo Flex é poder utilizar do combustível que proporcionar o melhor custo beneficio a cada quilometro rodado.
Alguns especialistas, entre os quais me incluo, recomendam para usuários que utilizam gasolina constantemente (em veículos Flex) , que a cada 10 tanques aproximadamente, utilizem um tanque de etanol. Esta recomendação, prende –se ao fato, do etanol ter poder detergente sobre os resíduos da gasolina queimada (borras) efetuando a limpeza do motor.

COM A CHEGADA DO INVERNO É PREFERIVEL USAR GASOLINA ?
Em dias muito frios, temperaturas abaixo de 18 °C , se o veiculo estiver abastecido com Etanol, é importante garantir a presença de gasolina no reservatório de partida a frio. Afora isto não há uma recomendação de qual combustível utilizar. A decisão de qual combustível utilizar é puramente econômica e cabe ao usuário.

QUANDO ABASTEÇO COM ETANOL TENHO DE ESQUENTAR O MOTOR DE MANHÃ ANTES DE SAIR DE CASA.
Após dar a partida o usuário pode sair “rodando” normalmente com o veiculo. Com as tecnologias eletrônicas e principalmente de óleos lubrificantes atuais, não há mais a necessidade de aquecer os motores antes de sair. Recomenda-se apenas que nos primeiros minutos (1 a 2) evitar arrancadas e acelerações bruscas, não em função do combustível utilizado , mas sim para dar o tempo necessário para que o óleo atinja todas as partes do motor.

NA ESTRADA É MAIS VANTAGEM ABASTECER COM GASOLINA ?
A gasolina permite maior autonomia do veiculo (possibilidade de percorrer maior numero de quilômetros com um tanque de gasolina) do que o etanol. Se optar por menor número de paradas para reabastecimentos durante sua viagem utilize gasolina. Caso contrario, mais uma vez quem manda é a lei da economia observando-se a diferença entre o preço do litro do etanol e da gasolina.

SEMPRE ABASTECI COM ETANOL ISSO PODE ME CAUSAR ALGUM PROBLEMA ?
Os motores flexíveis foram projetados para funcionar com qualquer quantidade de Etanol ou gasolina ou qualquer mistura entre eles. Testes de durabilidade e validação de motores nos fabricantes são efetuados com cada um dos combustíveis separadamente e com misturas entre eles.

O FLEXÍVEL FICA MAIS POTENTE QUANDO ABASTECIDO SÓ COM ETANOL ?
Em geral sim, já que o Etanol tem maior eficiência energética se comparado a gasolina, este efeito é melhor percebido em motores maiores. A regra geral é maior performance e maior consumo ! se abastecido com Etanol

A MANUTENÇÃO DOS VEICULOS FLEX É MAIS CARA DO QUE UM VEICULO CONVENCIONAL ?
O custo de manutenção é o mesmo que o de motores a gasolina ou a Etanol. Os componentes e mão de obra utilizados em veículos Flexível são exatamente os mesmos de um veiculo convencional a gasolina ou exclusivamente a Etanol.

QUANTO MAIS ETANOL NA MISTURA, MAIOR O CONSUMO ?
O poder calorifico da gasolina, ou seja, a energia que é liberada na combustão , da gasolina é maior que a do Etanol. Quanto menos gasolina na mistura, maior será o consumo do veiculo. Por outro lado, a eficiência energética do Etanol é maior o que significa que o desempenho do motor com etanol é melhor.

COMO CALCULO SE É VANTAGEM UTILIZAR ETANOL OU GASOLINA ?
Um veículo abastecido a etanol consome em media 30 % a mais do que o mesmo veiculo quando abastecido com gasolina. Isto se dá em função da diferença do poder calorifico entre os dois combustíveis que geram mais ou menos energia. Este número de % consumo é uma media entre os vários modelos de veículos vendidos no mercado.
Ao abastecer, deve-se observar a diferença de custo ente o litro do Etanol e da Gasolina. Se a diferença entre eles der uma vantagem de mais de 30 % recomenda-se o uso de Etanol.
Hoje existem vários Apps gratuitos disponíveis para Android e Iphone que te indicam , baseados nos 30 % de diferença qual o melhor combustível para se utilizar. Basta introduzir o valor do litro de cada combustível e o App te indica qual o melhor combustível a ser utilizado.
Para motoristas mais exigentes, recomenda-se utilizar os dois combustíveis em seus veículos anotando-se o consumo com Etanol e Gasolina exclusivamente (Só deve ter certeza que está utilizando somente gasolina ou Etanol e não misturas intermediarias). Com estes dados em mãos, o motorista poderá calcular o seu divisor que poderá variar de 35 % a 25 % . O site do IMETRO também divulga o consumo dos veículos (Dados de fabrica) para cada modelo de veiculo, onde o usuário poderá calcular o divisor para o seu modelo de veiculo a partir dos dados de fabrica. Estes dados de consumo também são parte integrante dos manuais dos proprietários dos veículos.

POSSO UTILIZAR ADITIVOS DE COMBUSTÍVEL EM MOTORES FLEXÍVEIS ?
Os aditivos tem características especificas e diferentes para cada um dos combustíveis. Aditivos para gasolina tem a característica de detergente e auxiliam na limpeza dos componentes do motor. Já os combustíveis para Etanol auxiliam evitar a formação de Gel dentro do tanque de combustível e dos componentes (Característica do Etanol).
Aditivos podem ser utilizados, desde que não se utilize aditivos de Etanol na Gasolina e vice e versa. O Etanol pode ser adicionado a Gasolina aditivada sem maiores problemas.

Henrique Pereira

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

USO CORRETO DOS FAROIS

É extremamente importante que o sistema de iluminação do seu veiculo esteja com funcionamento perfeito. Além disso, Mais importante ainda é que você saiba fazer uso correto dele. Neste Post do FIKADIKA AUTO vamos jogar um pouco de luz nesse assunto !



LANTERNAS (LUZ DE POSIÇÃO, LUZ DE ESTACIONAMENTO):
As lanternas são utilizadas por muitos motoristas em substituição ao farol baixo, o que é um erro, e pode gerar uma infração de trânsito. Ao escurecer, deve-se ligar o farol baixo. Acionada, acende as lanternas traseiras (na cor vermelha), a luz de placa e as lanternas dianteiras (nas cores branca ou amarela). A lei prevê o uso das lanternas só em dois casos: durante o dia, em caso de chuva ou neblina e à noite, com o carro parado, no embarque e desembarque de passageiros ou em operações de carga e descarga.
FAROL BAIXO:
Acende além das lâmpadas das lanternas as lâmpadas principais dos faróis. O Código de Trânsito Brasileiro determina que deve ser usado durante a noite (após as 18hs) e em túneis durante o dia (e a noite). A Direção Segura (ou Direção Defensiva) recomenda o uso dos faróis baixos durante o dia e a noite (na cidade e na estrada), pois torna seu carro mais visível para os demais motoristas.
Veículos europeus saem de fábrica com luzes diurnas, que se acendem automaticamente e não podem ser desligadas pelo motorista.
FAROL ALTO:
O farol alto é permitido somente em vias sem iluminação pública, e sem trafego de outros veículos, porém o motorista deve passar para o farol baixo quando encontrar com outro veículo, tanto no sentido contrário, ou ao segui-lo. Como recomendação o contran incentiva o uso de faróis baixos nas estradas também durante o dia. Piscar os faróis altos é permitido como forma de sinalização para ultrapassagem ou advertência de perigo à frente.
FARÓIS AUXILIARES
Há dois tipos: os faróis de longo alcance, os de milha de milha, e os faróis de neblina.
O FAROL DE MILHA: tem lâmpada de alta potência e pode ser aceso somente em conjunto com o farol alto. Não há nada na lei que proíba o uso dessas luzes no teto, ou no santantônio de jipes e picapes.
O FAROL DE NEBLINA: dianteiro, possui uma lâmpada de intensidade mais fraca e deve ser acionado juntamente com o farol baixo. Deve ser posicionado a, no máximo, 80 cm de altura em relação ao solo. Sua função é iluminar as laterais da pista. O Código deTrânsito Brasileiro não proíbem o uso de nenhum dos dois tipos de faróis auxiliares na cidade.
FAROL DE NEBLINA TRAZEIRO: Ao ser acionado acende uma lâmpada traseira de intensa luz vermelha, geralmente fica posicionada num ponto baixo do veiculo (como os parachoques) e a esquerda. Serve pra sinalizar a presença do seu veiculo na neblina (e só deve ser usada em neblina, caso contrario pode atrapalhar a visão dos outros motoristas).
SETAS OU LUZES INDICADORAS DE DIREÇÃO:
Luzes dianteiras e traseiras na cor âmbar (na traseira podem ser vermelhas).Todo deslocamento lateral do veículo, seja uma mudança de faixa ou uma esquina, deve ser sinalizado com as setas. Servem também para sinalizar pedido de ultrapassagem e permissão/negação de ultrapassagem. (Existem ainda os repetidores laterais das setas, ficam na lateral do veiculo, geralmente no paralama dianteiro ou no retrovisor)
Pisca Alerta ou Lampadas de Emergencia
O pisca-alerta SÓ PODE SER LIGADO COM O CARRO PARADO, nunca em movimento. Ele pode confundir outros motoristas, especialmente em situações de baixa visibilidade, como chuva ou neblina.
LUZ DE FREIO:
É acionada ao pisar no pedal do freio, tem cor vermelha e deve ser mais intensa que a lanterna traseira. Sinaliza que o motorista acionou o freio e sua velocidade irá reduzir.
A Luz auxiliar de freio: também conhecida como “Brake-light” ou 3ª luz de freio. Tem exatamente a mesma função da luz de freio, porém fica num ponto mais alto e central do carro para permitir a visualização do veiculo há uma distancia maior.
LUZ DE RÉ:
É acionada exclusivamente ao engatar a marcha à ré. Tem cor branca e fica localizada na traseira do veiculo, indica que o veiculo esta em manobra a ré ou com esta intenção.Alguns modelos só apresentam uma luz de ré !
ILUMINAÇÃO PARA A PLACA TRASEIRA:
Usada para identificação do veiculo, utilizar o carro sem esta iluminação é passível de multa
MANUTENÇÃO DO SISTEMA:
De execução muito simples, faça uma inspeção visual, acionando as luzes e verificando se todas acendem. A regulagem dos faróis dianteiros deve ser feita a cada 10mil km (faça sempre que fizer o Alinhamento / balanceamento / rodízio) - Nunca utilize lâmpadas diferentes das originais!
LUZES DE XENÔNIO
A legislação brasileira proíbe a instalação de luzes de Xenônio em veículos que não saem de fábrica com o item Outros itens
AS MULTAS:
Utilizar farol de xenônio não original ou outras luzes irregulares: 127,69 reais, 5 pontos e retenção do veículo Não acender lanternas oufaróis baixos nas situações previstas em lei: 85,13 reais e 4 pontos Rodar sem luz de placa: 85,13 reais e 4 pontos
Utilizar o pisca-alerta em movimento: 85,13 reais e 4 pontos

Henrique Pereira

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

RODAR COM O TANQUE DE COMBUSTIVEL NA RESERVA PODE DANIFICAR COMPONENTES ? (Revista Auto Esporte)

Replico aqui a reportagem da revista AUTO ESPORTE de Outubro de 2014 onde colaborei com a Matéria: "A Beira da Pane Seca - Rodar com o tanque de combustível na reserva pode danificar algum componente do veiculo ?"


A crise esta aí, mas não justifica deixar sempre o seu carro com pouco combustível no tanque, os custos de reparo podem sair mais caros que encher o tanque uma vez e cuidar para que ele não fique abaixo de ¼ !
“Quem anda sempre com o tanque na reserva pode... ficar parado no meio do caminho”, brinca Henrique Pereira, membro da Comissão Técnica de Motores Otto da SAE Brasil. Brincadeiras à parte, o engenheiro diz que, a princípio, rodar ocasionalmente com o carro depois que a luz da reserva acende não acarreta prejuízos à mecânica do veículo. No entanto, se isso virar um hábito frequente, aí, sim, o carro poderá sentir algum efeito colateral. “Geralmente, no fundo do reservatório ficam depositadas impurezas, que podem ser trazidas para dentro do sistema (motor) quando o combustível do fundo do tanque for bombeado.” Pereira explica que a ação pode causar o entupimento de algum dos filtros do veículo.
Em casos extremos, como rodar com o nível no limite da reserva, pode ocorrer superaquecimento da bomba de combustível pois ela passa a ficar exposta sem o devido resfriamento do combustível , por ela trabalhar submersa. Se isso acontecer, mais uma vez o motorista poderá ficar parado no meio da rua. Para evitar dores de cabeça motivadas por falta de combustível ou troca prematura de componentes, o recomendável é rodar com ao menos ¼ do tanque preenchido.

Tereza Consiglio


sexta-feira, 11 de setembro de 2015

LIMPADORES DE PARABRISA


Considerada uma peça muito simples, o jogo de palhetas do pára-brisa pode colocar em risco a segurança do veículo e, por conseguinte, do seu ocupante.
Imagine-se trafegando por uma estrada mal sinalizada e numa noite chuvosa. E aí você percebe que suas palhetas estão velhas e com aquela aparência de uma secura sem fim, raspando o pará-brisa sem limpá-lo ou livrá-lo da chuva. Nessa hora, a visibilidade é próxima de zero!
Infelizmente esse fato é mais corriqueiro do que se imagina. As palhetas do limpador do pára-brisa estão na vice-liderança do ranking de problemas
Realmente parece que esse componente passa despercebido pelo motorista que, muitas vezes, até por falta de informação, deixa de fazer a sua correta manutenção. Que, por sinal, é bastante simples e de custo muitíssimo acessível.
Para manter o bom funcionamento das palhetas, os fabricantes recomendam que a troca seja feita, ao menos, uma vez por ano.
Deixar de fazer a substituição, além de colocar em risco a já mencionada segurança do motorista e passageiros, pode causar danos maiores ao carro. O mais comum é que, com o passar do tempo, a borracha das palhetas fique ressecada, e dependendo de seu estado, pode riscar o pára-brisa. Por isso, se as palhetas deixam riscos nos vidros a serem acionadas, significa que já passou, e muito, da hora de trocá-las. A borracha deformada, ao invés de retirar a sujeira, deixa uma névoa no vidro e se estiver rasgada inviabiliza a limpeza, prejudicando totalmente a visibilidade do motorista, deixando a impressão de que o vidro estava mais limpo antes de seu acionamento.
Não procure as palhetas mais baratas do mercado mas sim as mais eficientes de marcas reconhecidas , tambem não compre em semáforos ou padarias, na duvida recorra as originais compradas na concessionaria do seu veiculo.
Henrique Pereira

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

MOTIVOS PARA USAR GASOLINA ADITIVADA (Jornal o Povo)

Matéria de Ingrid Coelho, com minha colaboração para o jornal: O POVO online de Fortaleza sobre as gasolinas aditivadas.

Cique Aqui para ler a reportagem no site do jornal.


A partir de julho a gasolina comercializada em todo País terá um mínimo de aditivos. A medida faz parte da Resolução nº 38 da ANP. A Agência diz que a medida não implicará em aumento dos preços. Mas você sabe quais os benefícios do aditivo?

Henrique Pereira, membro da Comissão de Motores Ciclo Otto da Sociedade de Engenheiros Automotivos (SAE Brasil), explica que a gasolina aditivada mantém limpo o sistema de alimentação do veículo. “Esse sistema inclui a bomba de combustível, linhas, bicos injetores, válvulas de admissão, pistões e anéis”.

“Ao longo do tempo de uso de um automóvel, ocorre o acúmulo de detritos no motor e no sistema de combustão. O uso da gasolina aditivada contribui para a limpeza . Hoje os benefícios do uso deste tipo de gasolina são um consenso entre os fabricantes de automóveis”, completa Henrique.

Ele acredita que a medida, a princípio, deve ser benéfica para o consumidor. “Com os motores trabalhando mais limpos, há um rendimento melhor. Consequentemente, apresentam menor consumo de combustível e redução dos gases poluentes, se comparados a um motor com depósitos”, explica Henrique.

No entanto, Henrique destaca que a medida não será eficaz se não houver controle de qualidade nos postos. “Um problema hoje enfrentado pelos consumidores é a adulteração do combustível, em geral por meio de solventes e etanol. Não será produtivo ter a ‘aditivação’ da gasolina obrigatória sem um plano para controlar a qualidade dos combustíveis nos pontos de distribuição. A aditivação tem seu efeito minimizado ou até anulado se o combustível estiver adulterado”.

A especialista em combustíveis, Irma Fonseca, diz que a divulgação dos benefícios proporcionados pela gasolina aditivada já vem sendo feita antes mesmo do anúncio da medida. “Orientamos o consumidor sobre as vantagens da gasolina aditivada. Ela tem agentes que fazem o motor trabalhar melhor, além das aditivadas que possuem octanagem, aumentando a resistência”.

Henrique Pereira ressalta que é importante não confundir aditivos para limpeza com os aditivos de octanagem. “Alguns aditivos são para aumento de octanagem e se assemelham ao do uso de uma gasolina premium”.

COMUM X ADITIVADA
Henrique evidencia que carros que utilizam gasolina comum podem passar para a aditivada. Ele recomenda que a troca seja feita de forma gradual, principalmente, em veículos com muita quilometragem, que não usam gasolina aditivada ou não utilizam etanol. “O aconselhável é misturar aos poucos a gasolina aditivada e a comum”.

A troca feita sem os cuidados citados pode causar danos ao motor, de acordo com ele. “O que pode ocorrer com a troca abrupta é uma limpeza ‘profunda e rápida’, lançando depósitos de carvão para pontos críticos do motor, o que poderia gerar entupimentos e falhas”, destaca Henrique.

Em motores com maior quantidade de depósito, geralmente os que são mais antigos, o aditivo atua melhorando o desempenho e economia, pois o motor passará a trabalhar mais limpo. Henrique explica que no caso de motores novos, não se espera uma redução no consumo. “Estes motores, em teoria, estão limpos e funcionando no seu melhor rendimento e performance”.

Outra dúvida comum que envolve o uso da gasolina aditivada é sobre a possibilidade de misturar gasolina aditivada com etanol em carros flex, segundo Henrique. Ele explica que a tecnologia de motores flex permite qualquer combinação de álcool e gasolina. “A quantidade de aditivo na gasolina aditivada é mínima. Não há risco de reação com o etanol”.

“É importante lembrar que não se deve usar aditivos de etanol na gasolina ou aditivos de gasolina no etanol, pois eles são incompatíveis entre si”, salienta Henrique.

Segundo José Paulino, chefe de oficina da Beto’s Car, todo carro pode usar gasolina aditivada. “Não há contra-indicação. No entanto, algumas pessoas optam pela gasolina aditivada quando o carro já está totalmente desregulado, achando que só a gasolina resolve o problema. É importante estar sempre atento ao funcionamento do motor e às manutenções”, destaca Paulino.

Paulino ressalta ainda que mesmo utilizando a gasolina aditivada é preciso fazer a limpeza dos bicos injetores. “Quando o carro é flex, a cada 15 mil km, é preciso fazer a limpeza de bico. Essa limpeza é feita por uma máquina que equaliza a vazão dos bicos injetores”. 
Ingrid Coelho

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

LANÇAMENTO: AUDI TT - 2016

Materia de Lançamento do AUDI TT para a revista Mecânica on Line
Enquanto o mercado automotivo brasileiro passa por uma de suas maiores crises dos últimos anos, com declínio nas vendas de veículos de passeio na ordem dos 20%, o mercado de veículos “premium” comemora um crescimento de 11 %, se comparadas ao último ano. E a marca Audi anuncia um crescimento de 35 % nas vendas consolidando-se como líder nesse segmento.
Com esta confiança na marca e num mercado que descreve como “interessante e desafiador” o presidente da Audi do Brasil, Jörg Hofmann e sua equipe  apresentaram recentemente o novo AUDI TT no Brasil, a terceira geração do esportivo da marca.
O Mecânica Online® foi até o Rio de Janeiro e conferiu de perto todas as tecnologias e performance que o modelo oferece, um pequeno notável, com muito prazer ao dirigir.
O motor é o 2.0 litros turbo com injeção mista, que combina direta e indireta e produz 230 cavalos de potência numa faixa de rotação entre 4.500 a 6.200 rpm (o que indica ter uma limitação feita por software,  pois outros modelos da marca que utilizam o mesmo motor e atingem a faixa dos 280 cv).
O torque máximo é de 370 Nm (37,0 kgfm) em uma faixa constante de 1.600 a 4.300 rpm. Associado temos a transmissão S tronic de 6 velocidades e dupla embreagem, com trocas instantâneas e precisas tanto no modo automático quanto no modo manual, neste caso acionadas por borboletas no volante ou na própria alavanca do câmbio.
Este conjunto permite ao AUDI TT a capacidade de atingir uma velocidade máxima (limitada eletronicamente) de 250 Km/h, acelerando de 0 a 100 km/h em 5,9 segundos. Um verdadeiro prazer em esportividade.
Quando o assunto é literalmente mecânica on-line, temos o principal destaque na motorização e seu sistema AUDI Valvelift que varia a abertura das válvulas otimizando a quantidade da mistura ar/combustível; variadores de fase nos dois comandos de válvulas na admissão e escape; gerenciamento térmico do motor;  bomba de óleo com fluxo variável; eixos de contrabalanceamento para evitar vibrações e  turbo compressor de 1,2 bar, entre outras tecnologias que tem como objetivo entregar a performance declarada sem perder a suavidade de seu funcionamento.
O TT traz em sua versão “ambition” o AUDI Drive Select, um sistema que controla as características do motor, assistência da direção e a transmissão podendo optar-se pelos modos comfort, dynamic e individual. Avaliamos estas configurações que se mostraram muito interessantes para utilização em transito urbano ou estrada.
A carroceria está ainda mais leve com 1.335 kg, 50 kg a menos que a versão anterior do TT, área em que a AUDI se sobressai, tem o principio de construção híbrido aplicando-se diferentes tipos de aço e alumínio na estrutura do carro, combinado a suspensão McPherson na dianteira e com quatro braços na traseira somados ao controle eletrônico de estabilidade (ESC) oferece invejável estabilidade, quando exigido em curvas mais fechadas, em trocas de rolamentos na pista, e outras manobras. Mesmo em velocidades mais altas transmitem ao usuário uma sensação de carro “no chão”, não oferecendo maiores dificuldades para manobras mais “atrevidas”.
Mais importante que andar, a responsabilidade de parar também é grande e para isso o novo TT conta com freios ventilados na dianteira e ABS,  que para com eficiência o carro em distancias curtas sem desvios de trajetórias . O freio de estacionamento é eletromecânico acionado através de uma tecla é integrado ao freio traseiro e possui a função auto hold , que mantem o carro parado, com as lanternas de freio acesas, ate que o motorista pise no acelerador.
A forma que estes sistemas estão integrados faz a condução do TT seja tão sedutora, que é o que esperamos de um verdadeiro esportivo.
O design, uma revolução quando do lançamento do seu primeiro conceito em 1995, continuou evoluindo e no nosso ponto de vista, não poderia ser mais atraente , trazendo o DNA da marca na sua grade frontal. Uma junção de pequenos detalhes dos modelos anteriores, para firmar aqui um ar retrô, somados as mudanças introduzidas neste modelo, dão uma impressão de continuidade com modernização.
Um spoiler localizado na tampa traseira se abre em velocidades acima de 120 km/h para melhorar a estabilidade do veiculo e sua eficiência.
O painel do AUDI TT é um dos pontos altos do carro, de linhas “limpas” mas  elegantes , sem falhas de ajustes e  com toque macio, o interior do TT chega a ter pouco ! Porem é completo!
Os controles do ar condicionado, muito eficiente, são integrados  as saídas de ar localizadas no centro do painel.  Alguns poucos controles no console central dão ao passageiro acesso ao sistema de som e outras funções do carro, mas é no Volante e no Painel de instrumentos que estão agrupados todos os principais controles do carro.
O painel de instrumentos em LCD é programável, este forma uma unidade digital central o AUDI Virtual Cokpit, que combinado ao volante multifuncional permite que o “piloto” tenha controle total sobre o carro seus controles e acessórios sem tirar as mãos do volante, conta  com um sistema de navegação que ao ser feita a opção mostra o mapa na extensão total do painel, ao mesmo tempo reduzindo os instrumentos a dois pequenos relógios na lateral do mesmo. O TT conta com todas as outras funções esperadas de um carro deste nível como conexão de telefone, radio e mídia, computador de bordo com informações de consumo, autonomia, distancia percorrida entre outras.
Acelerando – Difícil não se emocionar com o AUDI TT, um carro esportivo extremamente estável e com um motor de causar inveja e empolgar, mesmo aqueles que possuem experiências em andar rápido.
Ao arrancar com o carro, logo percebemos se tratar de um monstro, seus 37 kg de torque “jogam” os ocupantes contra o banco e em poucos segundos chegamos a velocidade máxima permitida na via que nos encontrávamos, e parecia que ainda estávamos muito devagar.
Logicamente, aceleramos algumas vezes mais e percebemos que os 250 km/ divulgados pela AUDI, não são difíceis de serem atingidos. Infelizmente nossas estradas só nos permitiram andar a 110 km/h.
A suspensão é firme e a direção progressiva parecem ter sido tunadas por relojoeiros suíços tamanha a precisão e confiança que passam ao condutor. As diferentes formas de se conduzir o carro por meio dos seus modos de condução foram avaliadas e também agradaram. Suas calibrações para os diferentes tipos de condução propostos foram aprovados.
Onde passa o novo AUDI TT chama a atenção por suas linhas modernas e esportivas, o carro é extremamente confortável e tem espaço suficiente para dois passageiros. O acabamento interno é superior e sem falhas. Painel, sistemas eletrônicos e de comandos no volante agradam. Recomendamos perder alguns minutos antes de sair com o carro para localizar e entender como funcionam os comandos.
Para aqueles dispostos a gastar de R$ 209.990 a R$ 229.990 para as versões ATTRACTION e AMBITION do AUDI TT, respectivamente, tenham certeza que o investimento terá um retorno certo no prazer de dirigir!
O AUDI TT é oferecido em duas versões a ATTRACION e a AMBITION que acrescenta na versão anterior o Radio MMI Plus com sistema de navegação, ar condicionado automático integrado nas saídas de ar, Audi Drive Select, faróis full Led , pacote de luzes e rodas de alumínio de 19 polegadas.
Design externo: personalidade única – O primeiro Audi TT chegou ao mercado em 1998, trazendo consigo uma revolução no design. Com uma linguagem visual enriquecida por detalhes nostálgicos em diversos pontos da carroceria e do interior, o modelo se tornou imediatamente um ícone com um grande carisma. Já na segunda geração, que foi lançada em 2006, o TT assumiu estilo ainda mais esportivo com linhas retas e definidas. Nesta terceira geração, o modelo revoluciona em design, realça a esportividade e acrescenta a mais inovadora experiência tecnológica.
A dianteira do novo TT é dominada pelas linhas horizontais. A grade Singleframe é muito mais larga e baixa que a do modelo anterior. Começando pelos cantos superiores da grade, linhas afiladas correm formando um V sobre o capô, que ostenta ao centro os quatro anéis da Audi, de forma semelhante ao que ocorre no superesportivo Audi R8. As entradas de ar possuem elementos que direcionam parte do fluxo aerodinâmico da dianteira para as laterais do carro.
Os faróis, agora mais afilados, dão à face do novo TT um aspecto de determinação. A versão Attraction tem faróis bi-xenon como equipamento de série. No TT Ambition, os faróis são inteiramente de LEDs.
Visto de lado, o novo Audi TT se mostra atlético e musculoso. Seu centro de gravidade ficou mais baixo. Com 4,18 metros, o Coupé tem, aproximadamente, o mesmo comprimento de seu antecessor. A distância entre eixos aumentou 37 mm, atingindo 2.505 mm, reduzindo os balanços dianteiro e traseiro. A largura é 1.832 mm e a altura é a mesma da versão anterior, 1.353 mm.
Muitos detalhes do perfil do novo Audi TT lembram a primeira geração deste grande carro. A tampa de acesso ao tanque no lado direito é formada por um círculo cercado por parafusos. Um leve toque no logo TT basta para abri-la. O formato é mais uma reminiscência da primeira geração do TT. A novidade é que não há mais uma tampa rosqueada sob a abertura – a mangueira pode entrar diretamente no bocal do tanque, como acontece nos carros de corrida.
Na traseira, linhas horizontais salientam a impressão de largura esportiva do novo TT. Na versão Ambition, que tem faróis de LEDs, as lanternas traseiras possuem sinaleiras direcionais dinâmicas. A terceira luz do freio é extremamente fina, posicionada sob a borda do defletor traseiro, e tem um papel essencial na definição da silhueta das luzes traseiras.
Quando o carro atinge 120 km/h, um spoiler se abre automaticamente na tampa do porta-malas para melhorar ainda mais a estabilidade do veículo. Todas as versões trazem duas grandes ponteiras de escapamento redondas, também inspiradas no TT original, um pouco mais ao centro do parachoque.
Carroceria: mais resistência com menor peso – A construção leve é uma área que a Audi se sobressai. O Audi TT de segunda geração já trazia uma carroceria Audi Space Frame (ASF – Estrutura Espacial Audi) feita de alumínio e aço. No novo TT, a Audi empenhou-se em levar seu princípio de construção híbrida ainda mais longe, aplicando cinco tipos diferentes de aço e três tipos de alumínio.
A estrutura inferior da carroceria do Coupé tem cargas otimizadas para cada eixo e é feita de modernas ligas de aço de alta e ultra-alta resistência. Nos pontos da célula de passageiros, sujeitos a maior tensão estrutural, são usados painéis de aço endurecidos na estampagem, que também possuem alta e ultra-alta resistência.
Eles constituem 17 por cento do peso da carroceria. As soleiras laterais e a moldura do teto são feitas de perfis de alumínio extrudados e integradas à estrutura através de elementos de alumínio fundido.
Este princípio estrutural cria uma carroceria muito segura, resistente a torções. As seções laterais e o teto de alumínio completam a estrutura. O capô, portas e tampa do porta-malas também são feitos de liga de alumínio.
No conjunto, os engenheiros da Audi conseguiram, pela segunda vez, reduzir significativamente o peso líquido do Audi TT. Na primeira mudança, em 2006, foram eliminados até 90 kg. A versão do novo TT com motor 2.0 TFSI pesa apenas 1.230 kg, o que a torna aproximadamente 50 kg mais leve que o modelo anterior.
O baixo peso total é mais uma prova da grande experiência da Audi na construção leve. Ele impacta de forma positiva principalmente a aceleração, a dirigibilidade e o consumo de combustível.
Interior: revolução no painel – O interior é a manifestação concreta da pura personalidade esportiva do novo Audi TT. Assim como no lado de fora, linhas e superfícies horizontais dão ênfase à largura do interior do carro.
Mais uma vez, a regra foi “menos é mais”. Linhas claras e puristas destacam tanto a leveza como a esportividade sem concessões do interior do Audi TT. Dois outros truques de design, tecnicamente inovadores, permitiram aos estilistas criar um painel de instrumentos que é impressionantemente elegante. O conjunto de instrumentos e a tela MMI foram combinados para formar uma unidade digital central, o Audi Virtual Cockpit. Além disso, os controles do sistema de ar-condicionado são integrados às saídas de ventilação, tornando ainda mais intuitiva a sua operação.
Visto de cima, o painel de instrumentos parece a asa de uma aeronave. As saídas de ar redondas – itens clássicos do TT – são inspiradas nos motores a jato, com seu design lembrando turbinas. As aberturas de ar contêm os controles dos sistemas de ar-condicionado.
Os controles de temperatura, direção, distribuição e intensidade do fluxo de ar ficam no centro de cada um dos difusores.
No sistema de ar-condicionado automático, de série na versão Ambition, o controle selecionado é indicado em pequenos mostradores digitais. O painel de controle horizontal fica sob as aberturas de ar, onde interruptores com design tridimensional ativam as luzes de emergência, o sistema Audi Drive-Select e as funções de assistência.
Os bancos esportivos do novo Audi TT têm apoios de cabeça integrados e estão posicionados mais baixos do que no modelo anterior. Confortáveis e oferecendo apoio lateral nas curvas, eles pesam cerca de cinco quilos a menos do que os oferecidos no modelo anterior.
O novo volante multifuncional, que possibilita operação total do sistema de navegação e configuração do carro e é item de série nas duas versões, tem aro de três braços com base plana e raios com detalhes em alumínio, além de oferecer a possibilidade de trocas de marchas pelos shift paddles. O airbag frontal do motorista ocupa 40 por cento menos espaço, sem comprometer a segurança, contribuindo para a sensação de leveza visual.
Inúmeros detalhes apontam os altos padrões de design e manufatura da Audi. Entre eles estão a alavanca de câmbio com novo design, o comando central giratório do MMI altamente preciso e as coberturas de alto-falantes finamente acabadas com guias luminosas do sistema de som Bang & Olufsen (opcional para o Ambition).
Com sua configuração de 2+2 assentos, o novo Audi TT é um esportivo altamente adequado para o uso diário. O porta-malas tem 305 litros de capacidade, 13 litros mais do que anteriormente, e pode ser ampliado pelo rebatimento dos encostos dos bancos traseiros.
Controles e mostradores – O novo volante multifuncional, de série nas duas versões, permite ativar praticamente todas as funções do cockpit virtual sem tirar as mãos do volante. A segunda unidade de controle é o novo terminal MMI no console central.
Duas teclas ativam os menus de navegação (opcional), telefone, rádio e mídia. O motorista pode escrever facilmente o destino usando o touchpad no topo do botão de pressão rotativo. Também é possível examinar listas e dar zoom em mapas. A estrutura do menu do MMI é semelhante às dos smartphones. Todas as funções importantes podem ser acessadas diretamente.
Em vez dos mostradores analógicos convencionais, o novo TT traz a bordo o Audi Virtual Cockpit. Com suas animações dinâmicas e gráficos precisos, este painel de instrumentos totalmente digital estabelece novos parâmetros.
O motorista ainda pode optar entre dois modos de exibição: na versão clássica, o velocímetro e o conta-giros ficam em primeiro plano, enquanto no modo progressivo, os instrumentos virtuais são menores. Utilizando este modo, o sistema disponibiliza uma ampla área de tela para outras funções, como o mapa de navegação GPS (opcional na versão Attraction e de série na Ambition).
Com resolução de 1.440 x 540 pixels, a tela de 12,3 polegadas gera imagens precisas e brilhantes. Na borda inferior do Virtual Cockpit, os mostradores da temperatura exterior, hora e quilometragem são visíveis permanentemente. Símbolos de advertência ou informação também podem ser mostrados ali.
Mecânica Online – O motor 2.0 TFSI tem 230 cv de potência. Ele reúne várias tecnologias ultramodernas – o sistema de injeção indireta adicional complementando a injeção direta, o sistema de acionamento de válvulas (Audi Valvelift System – AVS) para ajustar o curso das válvulas de exaustão e o coletor de escapamento integrado ao cabeçote.
O motor turbo oferece torque de 370 Nm entre 1.600 e 4.300 rpm. Ele acelera o Coupé de 0 a 100 km/h em 5,9 segundos, atingindo velocidade máxima (limitada eletronicamente) de 250 km/h. A transmissão S tronic de dupla embreagem e seis marchas realiza trocas sem interrupções perceptíveis na tração e, em modo manual, pode ser controlada por palhetas no volante.
No carro esportivo, o desempenho é um fator chave, mas não é o único ponto de diferenciação. O Audi TT se destaca também pela alta eficiência no consumo e pelo baixo nível de emissão de CO2. Na estrada, o cupê percorre até 12,7 quilômetros por litro e, na cidade, 9,9 – números significativos para um veículo esportivo.
A emissão de gás carbônico é de 123,8 gramas por quilômetro. A avaliação, chancelada pelo Inmetro, que leva em conta fatores como o peso do veículo e o coeficiente aerodinâmico – posicionou o TT na categoria “A”, considerado um carro eficiente no seu segmento no mercado brasileiro.
Chassi – O chassi também reflete o conhecimento tecnológico da Audi instalado no novo Audi TT. A suspensão dianteira é baseada no sistema McPherson. Componentes de alumínio reduzem o peso das massas não suspensas. A suspensão traseira, com quatro braços, administra separadamente as forças longitudinais e transversais.
Outro destaque é a direção progressiva de série, cuja cremalheira é projetada para que a redução mude à medida que o volante é girado. Desta forma, o novo TT pode ser conduzido com precisão e agilidade tanto no trânsito urbano como em estradas sinuosas. A direção eletromecânica, altamente progressiva, adapta continuamente o grau de assistência à velocidade. Com seu elaborado projeto de chassi e regulagem firme, o novo Audi TT se comporta exemplarmente em todas as situações.
O sistema dinâmico Audi Drive Select equipa a versão Ambition. Ele controla as características do motor e a assistência da direção. O motorista pode optar entre os modos comfort, dynamic e individual. O Audi Drive Select também intervém em vários módulos, entre eles o do câmbio S tronic.
Os discos de freios dianteiros são ventilados. O freio de estacionamento é eletromecânico, onde o condutor aciona através de uma simples teclado integrada ao console central do veículo; além de ser integrado ao sistema de freio traseiro e possuir a função “auto hold”, que mantém o carro parado e com as luzes de freios acionadas até que o motorista pise novamente no acelerador, garantindo maior conforto ao motorista na saídas, principalmente em rampas.
O Controle Eletrônico de Estabilidade (ESC), que pode ser desativado tanto parcial como totalmente, complementando perfeitamente a dirigibilidade esportiva do carro. Em curvas fechadas o vetoreamento de torque entra em ação.
Caso necessário, o torque pode ser desviado da roda dianteira interna para a roda dianteira externa. Graças à diferença nas forças propulsivas, o carro faz as curvas com mais facilidade e segurança, auxiliando o condutor.
Desta forma, curvas fechadas podem ser percorridas com grande precisão e comportamento neutro. Isto eleva substancialmente o dinamismo e a estabilidade do TT. O modo esportivo propicia especialmente à condução mais rápida, ao facilitar o esterço e o controle nas derrapagens.
A forma como todos os componentes se interagem aumenta a agilidade da condução e, consequentemente, torna a condução do Audi TT ainda mais sedutora. Tudo o que você espera de um esportivo.
Equipamentos – Tanto a versão Attraction como a Ambition trazem de série o Audi Sound System, com potência de 155 watts e nove alto-falantes cuidadosamente posicionados em todo o interior da cabine para um perfeito equilíbrio sonoro.
O sistema de som Bang & Olufsen, oferecido como opcional para a versão Ambition, tem amplificador com 14 canais e 12 alto-falantes, cujas bordas possuem um discreto condutor de luz de intensidade ajustável.
De série na versão Ambition e disponível como opcional na Attraction, o rádio MMI plus com sistema de navegação é outro item tecnológico inovador, que casa perfeitamente com o Audi Virtual Cockpit. O mapa de navegação é mostrado na grande tela, à frente do motorista, identificando através da tecnologia 3D pontes, viadutos, túneis e pontos de interesse ao longo da rota. O sistema possui ainda um tocador de DVD, duas entradas para cartões de memória, conexão Bluetooth e disco rígido com mémoria interna (Jukebox) de cerca de 10 GB.
Uma novidade importante do rádio MMI plus é o novo comando por voz, que aceita ordens mais complexas, facilitando a operação segura com o carro em movimento.
Entre os sistemas de assistência ao condutor, destaca-se o novo controle de velocidade de cruzeiro (piloto automático), que incorpora o limitador de velocidade. O motorista pode estabelecer o limite máximo de velocidade, evitando, por exemplo, o risco de ultrapassar a velocidade permitida na rodovia. Caso necessário, como em uma ultrapassagem, o limite pode ser superado: basta pisar até o final do acelerador.
O novo controle de velocidade é integrado ao cockpit virtual, que exibe a velocidade limite, quando estabelecida, e mostra, no velocímetro, uma faixa cinza indicando a área de abrangência escolhida pelo motorista. Quando o limite estabelecido é superado, a faixa acima do normal torna-se vermelha, alertando o condutor.
Especificações técnicas
Motor: 2.0 TFSI
Cilindros / Cilindrada: 4 em linha / 1.984 cm³
Potência (cv em min-1): 230 @4.500 – 6.200
Torque (Nm @ min-1): 370@1.600 – 4.300
Tração: dianteira
Transmissão: S tronic 6 velocidades
Peso (kg): 1.335
Comprimento (mm): 4.177
Largura (mm): 1.832
Altura (mm): 1.353
Distância entre eixos (mm): 2.505
Capacidade do tanque de combustível (l): 50
Capacidade do porta-malas (l): 305
Aceleração 0-100 km/h (s): 5,9
Velocidade Máxima (km/h): 250 (limitada eletronicamente)
Preços:Audi TT Attraction: R$ 209.990,00
Audi TT Ambition: R$ 229.990,00